sexta-feira, 10 de julho de 2009

AVISO

A Imprensa ainda não noticiou...
As Polícias Rodoviárias (Federal e Estadual) estão implantando esses RADARES EM FRENTE AOS SEUS POSTOS EM RODOVIAS. Muitos de nós passamos em frente aos postos na velocidade acima da permitida (na maioria deles 40 km/h ), e só saberemos que fomos multados quando a multa chegar em casa.
No Posto de Alexandra-Matinhos (praias).
No Posto de Guarapuava,
No Piriquitos em Ponta Grossa, no trevo Paranaguá - Praia de Leste.
No trevo no de chegada a Cascavel BR277 sentido Foz.
No de de acesso a Apucarana BR Maringa/Londrina.
Na BR376 São José dos Pinhais rumo Joinville/SC.
Esses radares já estão funcionando; logo todos os Postos terão radares (em todos os Estados).

É, minha gente, o Senado precisa de dinheiro para pagar o plano de saúde vitalício para os senadores, o Lula precisa de dinheiro para eleger a Dilma através do bolsa-familia, sem falar na farra que se pratica no Congresso, às nossas custas. Então, multa no povo!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

A VOLTA DE PAULO WAINBERG - PARA NOSSO GÁUDIO

CRÔNICAS CELESTIAIS

PARAISO POSSÍVEL
Paulo Wainberg


O paraíso do intelectual deve ser a oficina mecânica. Esse homem sisudo que, ao longo da vida, dedicou-se a profundos pensamentos, leituras constantes, preocupações existenciais, divagações filosóficas e abstração constante, merece passar o resto da eternidade enfiando as mãos na graxa, aparafusando e desparafusando, consertando telhados e construindo esquadrias, casas de cachorro, trocando lâmpadas e levando choques leves ao acoplar relés em baterias usadas. Nenhuma outra preocupação invadirá a mente do intelectual que ultrapasse os limites da espessura de uma madeira compensada, a utilização de uma bobina ou a capacidade de flutuação da bóia, na caixa d’água da privada.

O paraíso da dona de casa deve ser um imenso bordel, onde ela terá mil homens e receberá uma grana. Um lugar perfeito para que ela diga, durante a transa, todos os palavrões e as frases sujas que jamais teve coragem, quando fazia amor com o marido. O espaço fantástico onde todas as fantasias reprimidas são possíveis, todas as posições são aceitáveis, todas as experiências são válidas e jamais, jamais mesmo durante toda a eternidade, um filho baterá na porta do quarto dizendo que está com sede. Ou com medo. Essa virtuosa mulher que, ao longo da vida, dedicou-se à família e ao marido, temente a Deus e cumpridora das regras religiosas, merece infinitos prêmios a compensar sua carga de frustração e desejos reprimidos, cabendo-lhe, sim senhor, uma eternidade em constante orgia, prazer e sacanagem.

O paraíso do idoso deve ser uma grande piscina de água tépida, sob um permanente sol de um céu sem nuvens, repleto de garotas de vinte anos a brincar, gargalhar e coquetear ao seu redor, todas de biquini, enquanto ele saboreia seu drinque preferido.

O paraíso do operário deve ser uma imensa fábrica onde ele seja o dono e onde trabalhem mil operários para ele.

O paraíso do político deve ser um inferno com ar condicionado e um jantar anual com o Demônio em pessoa.

O paraíso da avó deve ser um extraordinário laboratório que devolva a maciez de sua pele, o fulgor da juventude, o brilho da adolescência, a limpidez do olhar, a cor original dos cabelos e a tesão de antigamente.

O paraíso do orador deve ser uma grande platéia sem sono.

O paraíso da mulher amada deve ser um local verdejante, intrincado, emaranhado, com caminhos que não se cruzam, labirintos que não se esgotam, onde o aroma de mel se mistura com fuligem, onde gosto de leite condensado se mistura com pimenta, onde a paixão regurgita como um recém-nascido, onde o seio é uma dádiva e o mistério não se esgota.

O paraíso do estivador deve ter mil máquinas de erguer peso e mil cadeiras de balanço onde ele, a balançar-se, toma limonada, como carne de sol e pita seu cachimbo.

O paraíso dos anjos deve ser repleto de sexo e o paraíso do sultão não tem mulheres.

No paraíso da minha secretária eu não existo

O paraíso dos maridos deve ter mil aparelhos de TV, infinitas cervejas no congelador, pipoca a dar de relho e futebol o tempo todo. E – isto é fundamental – nenhuma esposa a reclamar.

O paraíso da esposa tem maridos que fazem de tudo, pagam as contas e nunca se queixam.

O paraíso das crianças não tem passado, não tem futuro, só tem presente.

O paraíso do psicopata é repleto de otários.

O meu paraíso? Quem me dera acreditar em paraísos.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

COLABORAÇÃO DA VIVIAN

GAY NO AVIÃO

A aeromoça oferece bebida a um gay que está sentado ao lado de uma freira dentro de um avião.

O gay (chique, lógico) pede uísque escocês com gelo.

-A senhora aceita o mesmo que ele, irmã? Pergunta a aeromoça à religiosa.

A freira fica indignada:
-Prefiro ser agarrada selvagemente e estuprada por um negão do Pelourinho, daqueles de dois metros de altura, do que botar uma gota desse álcool na boca!

O gay escuta e devolve o uísque à aeromoça dizendo:

-Desculpe! Eu não sabia que tinha essa outra opção. Também quero o negão !

terça-feira, 7 de julho de 2009

PORQUE NÃO ACREDITO NA JUSTIÇA

COMUNICADO
Nota de esclarecimento sobre decisão envolvendo exploração sexual de adolescentes
Em razão de notícia veiculada neste site, no dia 17 último, sob o título “Cliente ocasional não viola Artigo 244-A do Estatuto da Criança”, tratando de tema de forte repercussão junto à opinião pública, a Coordenadoria de Editoria e Imprensa do Superior Tribunal de Justiça presta alguns esclarecimentos para que não pairem dúvidas quanto ao firme posicionamento do Tribunal na proteção dos direitos e garantias das crianças e dos adolescentes. O STJ mantém o entendimento, firmado em diversos precedentes e na doutrina especializada, de que é crime pagar por sexo com menores que se prostituem, ao contrário de interpretações apressadas em torno de recente julgamento da Corte sobre o tema. O Tribunal da Cidadania tem-se destacado não só na defesa dos direitos dos menores, como também no das mulheres, das minorias e de todos aqueles segmentos sociais vítimas das várias formas de violência e preconceitos. 1. Ao decidir que o cliente ocasional de prostituta adolescente não viola o artigo 244-A do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o Superior Tribunal Justiça, em momento algum, afirmou que pagar para manter relação sexual com menores de idade não é crime. Importante frisar que a proibição de tal conduta é prevista em dispositivos da legislação penal brasileira. 2. Quem pratica relação sexual com criança ou adolescente menor de 14 anos pode ser enquadrado no crime de estupro mediante a combinação de dois artigos do Código Penal e condenado à pena de reclusão de seis a dez anos. São eles o artigo 213, segundo o qual é crime “constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça”, e o 224, pelo qual se presume a violência se a vítima não é maior de 14 anos. 3. Já o artigo 244-A do ECA (“submeter criança ou adolescente, como tais definidos no caput do artigo 2º desta Lei, à prostituição ou à exploração sexual”) foi criado pelo legislador para punir, com pena de reclusão de quatro a dez anos, segundo boa parte da doutrina e precedentes desta Corte, o chamado “cafetão” ou “rufião” que explora e submete crianças e adolescentes à prostituição. Portanto, o chamado cliente eventual pode, sim, ser punido, mas com base em outros dispositivos da legislação penal, e não no artigo 244-A do ECA. Este foi o entendimento do STJ. Em nenhuma hipótese se pode concluir, a partir disso, que o Tribunal não considera criminosa a prática de sexo com menores que se prostituem. 4. Desde a sua instalação, em 1988, o Superior Tribunal de Justiça tem sido firme em sua atuação jurisdicional nos casos que envolvem a proteção aos direitos das crianças e dos adolescentes. O Tribunal, em inúmeras ocasiões, aplicou os diversos dispositivos da legislação referente aos menores, além de ter atuado no sentido de resguardar os princípios constitucionais que garantem a dignidade, a integridade física e mental das crianças e dos adolescentes.

Ah, bom, então ta.Entenda o casoSegundo os autos do processo julgado pelo STJ (Resp nº 820.018-MS), os réus foram inicialmente denunciados como incursos nos artigos 213 (estupro ficto) do Código Penal, além dos artigos 241-B e 244-A do ECA. Em primeiro grau, eles foram absolvidos do crime de estupro e condenados pelos demais crimes. O Ministério Público estadual não recorreu de tal decisão, que transitou em julgado sem qualquer questionamento. A defesa apelou ao Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul contra a decisão que condenou os réus com base no ECA. O TJMS os absolveu do crime previsto no artigo 244-A e manteve a condenação em relação ao artigo 241-B. O Ministério Público estadual recorreu então ao STJ. No recurso interposto ao STJ, o MP sustentou que o fato de as vítimas menores de idade – 13, 15 e 17 anos – já serem corrompidas não exclui a ilicitude do crime de exploração previsto no artigo 244-A. Ou seja, o MP recorreu ao STJ única e exclusivamente contra a absolvição dos réus quanto ao crime previsto no artigo 244-A do ECA, o qual, como afirma parte da doutrina e precedente judicial, não é praticado pelo cliente eventual, mas sim pelo chamado “cafetão” que explora crianças e adolescentes. No caso decidido, o Ministério Público não recorreu da decisão que julgou improcedente a acusação pelo crime de estupro, a qual transitou em julgado no juízo de primeiro grau. Como era seu papel, o STJ julgou rigorosamente o pedido formulado pelo Ministério Público e manteve seu entendimento, com base na legislação, precedentes e doutrina, no sentido de que o crime previsto pelo artigo 244-A não abrange a figura do cliente ocasional, já que a legislação exige a submissão do infante à prostituição ou à exploração sexual, o que não ocorreu no caso apreciado. O STJ não julgou, e nem poderia porque não foi provocado e porque a questão não foi prequestionada (ou seja, não foi apreciada pelas instâncias ordinárias da Justiça), o enquadramento dos réus no crime de estupro ficto previsto no Código Penal. Se assim o fizesse, tal procedimento implicaria análise de crime distinto do veiculado no recurso especial, o que caracterizaria uma afronta ao direito constitucional dos réus à ampla defesa e ao contraditório.



Ah. bom, então tá...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

VARIAÇÕES EM TORNO DO TEMA FIADASPUTAS

SEM CORRUPÇÃO NÃO HÁ ELEIÇÃO

João Eichbaum

Enquanto o Lula estava na Líbia, passeando, se maravilhando com a sua imagem e dizendo suas asneiras, o seu partido, o PT, incomodado com os desmandos do patriarca da família Sarney, estava articulando algumas atitudes para não ser atingido pela revolta geral que tomou conta da nação em razão dos escândalos do senado.
Para o PT, que sempre posou de honesto – a despeito de todos os escândalos por ele patrocinados – a imagem de todos os políticos, indiscriminadamente, está sendo levada ao último degrau de repulsa.
Era preciso que o PT ficasse fora dessa. Afinal, sua meta imediata é a manutenção do poder e, no momento em que o povo começa a perder o crédito nos políticos, nada melhor do que se proteger na salvaguarda da honestidade. Em outras palavras, aquele velho ditado “quem com farelo se mistura porcos o comem” parecia estar chamando a atenção do PT.
Mas, quando o Lula ficou sabendo disso, não gostou, voou imediatamente da Líbia para cá e, depois de um encontro com o seu mais corrupto aliado, o autor dos “Marimbondos de Fogo”, botou água fria na fervura do seu partido: exigiu um silencioso apoio à corrupção, aos desmandos, à vergonheira. E teve o discurso explícito da Dilma, aquela cujos antecedentes estão sendo mostrados para todos na Internet: o senador Sarney não deve ser demonizado.
Pronto. Os caciques falaram e PT calou. Lula e Dilma querem estar ao lado do PMDB para se manterem no poder. Sem o partido do Sarney eles não têm segurança. Ou seja, eles precisam dos apoios dos corruptos à testa dos quais estão o Sarney e o Renan Calheiros. Sem corrupção, o PT não vai eleger sua candidata. Está definido assim, e pronto. O resto será garantido pelo “bolsa-família” que será aumentado. Portanto, fome e corrupção elegerão o PT mais uma vez.
Feito isso, o Lula tomou outro avião e se mandou para a França, rindo dos brasileiros idiotas, daqueles que não precisam do “bolsa-família” porque trabalham, pagam impostos e sustentam a corrupção política.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

VARIAÇÕES EM TORNO DO TEMA FIADASPUTAS

O MARANHÃO FICA NO BRASIL?

-Para nascer, Maternidade Marly Sarney;
- Para morar, escolha uma das vilas: Sarney, Sarney Filho, Kiola Sarney ou, Roseana Sarney;
- Para estudar, há as seguintes opções de escolas: Sarney Neto , Roseana Sarney, Fernando Sarney, Marly Sarney e José Sarney;
- Para pesquisar, apanhe um táxi no Posto de Saúde Marly Sarney e vá até a Biblioteca José Sarney, que fica na maior universidade particular do Estado do Maranhão, que o povo jura que pertence a um tal de José Sarney;
- Para inteirar-se das notícias, leia o jornal O Estado do Maranhão, ou ligue a TV na TV Mirante, ou, se preferir ouvir rádio, sintonize as Rádios Mirante AM e FM, todas do tal José Sarney. Se estiver no interior do Estado ligue para uma das 35 emissoras de rádio ou 13 repetidoras da TV Mirante, todas do mesmo proprietário, do tal José Sarney;
- Para saber sobre as contas públicas, vá ao Tribunal de Contas Roseana Murad Sarney (recém batizado com esse nome, coisa proibida pela Constituição, lei que no Estado do Maranhão não tem nenhum valor);
- Para entrar ou sair da cidade, atravesse a Ponte José Sarney, pegue a Avenida José Sarney, vá até a Rodoviária Kiola Sarney. Lá, se quiser, pegue um ônibus caindo aos pedaços, ande algumas horas pelas 'maravilhosas' rodovias maranhenses e aporte no município José Sarney.
Não gostou de nada disso? Então quer reclamar? Vá, então, ao Fórum José Sarney, procure a Sala de Imprensa Marly Sarney, informe-se e dirija-se à Sala de Defensoria Pública Kiola Sarney...

Seria cômico se não fosse tão triste.... Nunca esquecendo que o Maranhão é um dos Estados mais pobres do Brasil. Mas como a pobreza e a ignorância andam de mãos dadas, o resultado só pode ser esse. E o pior é não há como mudar. Só os eleitores de lá e do Amapá poderiam varrer os Sarney do mapa.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

COLABORAÇÃO DA CATIUCIA

O Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos ainterpretação do seguinte trecho de poema de Camões:
'Amor é fogo que ardesem se ver,é ferida que dói e não se sente,é um contentamento descontente,dor que desatina sem doer '.

Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação :


'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,tomavas uns antipiréticos,uns quantos analgésicose Prozac para a depressão.Compravas um computador,consultavas a Internete descobririas que essas dores que sentias,esses calores que te abrasavam,essas mudanças de humor repentinas,esses desatinos sem nexo,não eram feridas de amor,mas somente falta de sexo !'

A Vestibulanda ganhou nota DEZ, pela originalidade, pela estruturação dosversos, das rimas insinuantes e também foi a primeira vez que, ao longode mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenasfalta de mulher...(hehehe...)