quarta-feira, 21 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
PLANETACHO
MULTIDÃO
São tantos ladrões,
vigaristas, seqüestradores, assassinos, trombadinhas, meliantes, arrombadores,
traficantes e assaltantes pelas ruas, que só nos resta dizer:
-Senhores,com
licença...
FILME MUDO
Escrito atento aos
conselhos silenciosos do Carlitos.
AS NEIRAS
Matava um leão por
dia... era guia de safári.
E depois de posar nua
para o Playboy, renovou seu guarda-roupas
FAVORITOS
Vamos treinar para a
Olimpíada do Rio, em plena Copa do Mundo: somos favoritos em assalto ornamental
e assalto com vara.
ATA DA REUNIÃO DE
CONDOMÍNIO
O porteiro Agenor
dispensou o radinho e pediu um computador
COTIDIANO
Depois de muito exercício físico, perdeu um aquele
pneusinho... roubaram seu estepe na frente da academia.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
O DEDO DO LULA
João Eichbaum
Todo mundo sabe que o que o Lula tem demais na língua, lhe falta num dos
dedos, o indicador, se não me engano. Que não é propriamente o intrumento usado
pelo urologista ou pelo ginecologista para vasculhar abismos. O instrumento dos
impiedosos esculápios é o dedo médio, não sei se por causa do tamanho ou da
facilidade com que se intrometem onde não deveriam entrar.
Explico melhor. A língua fisiológica do Lula continua presa, ao passo que
o dedo dele, que deveria estar no lugar, só deixou um toco na mão, e dizem os
anedoteiros que a ponta que dali saiu foi parar no reto de todos os
brasileiros. E foi por isso que me lembrei dos urologistas.
Mas, continuando o que havia começado: língua presa e dedo solto.
Como todo mundo sabe, o Lula veio do nordeste, sem eira, nem beira e,
sobretudo, sem profissão, se virar em São Paulo. Conseguiu trabalho como
metalúrgico e, como não tinha qualificação profissional, deve ter recebido
treinamento e, a partir dali, começou a se apresentar como “torneiro mecânico”.
Claro que um cursinho qualquer não forma um verdadeiro torneiro mecânico
e foi por isso que o Lula ralou o dedo e terminou por nos ralar também.
Hoje o processo por acidente de trabalho através do qual ele obteve o auxílio
doença já não existe, foi incinerado.
É uma pena. Com o processo a gente
saberia o começo da história dessa cruz que os brasileiros carregam até hoje. Se
não fosse o acidente, o Lula não teria tido a folga que teve, para se meter em política
de sindicato e na política suja que nos tortura.
Vejam vocês o que um dedo ou a falta
dele pode fazer: muda-se o destino de uma nação. Sem contar essa Copa que o
Lula nos enfiou goela abaixo.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
VAI TER COPA, SIM
João Eichbaum
Claro que vai ter copa.
O governo não tem como voltar atrás, e a
Fifa já embolsou a parte dela.
Então, meus amigos, não
adianta protestar, vai ter copa. Contra a ambição pelo dinheiro e pelo poder,
não há protesto que sirva. É como já se diz, há séculos: os cães ladram,
enquanto a caravana passa.
Vai ter copa num país que está tendo
projetada a pior imagem que algum país já teve em Copas do mundo. A der
Spiegel, revista alemã, em sua edição de domingo último, tira dos cachorros
para botar no Brasil. Fala da violência, da pobreza, da desorganização e da
corrupção e de tudo o mais que não é segredo para ninguém, como economia
falida, falta de confiança dos investidores, etc. etc. A revista não mostra uma mísera vantagem para quem
quiser vir aqui para assistir à Copa. Nem fala nas mulatas do Rio.
Não era isso que o Lula
imaginava, quando fez das tripas coração para trazer a Copa para o Brasil. Com
isso também não contava o governo de sua sucessora. Ambos apostaram na paixão
brasileira por futebol e no patriotismo em forma de bola: de tênis, de vôlei,
de basquete, de futebol.
E agora está aí: meia dúzia protestando,
muitos protestantes calados, e tudo se preparando para a Copa. Só que a imagem
do Brasil no exterior está uma merda.
Isso, então vai ter
Copa num país de merda, onde o povinho elege o PT e depois vem protestar.
Ah, e tem mais. FIFA e
governo já estão combinados, vai haver reuniões com os juízes e cada um deles
levará no bolso o nome do ganhador da Copa. Ambos, FIFA e governo, sabem que
esse povinho que protesta não é de nada, só quer farra e a farra deles vai
continuar se o Brasil ganhar a Copa, com esse time de mercenários do Felipão.
Para o povinho fica a alegria de festejar e para a FIFA o galardão do poder,
acima das nações pobres.
Então, vai ter Copa,
sim. Para azar de quem trabalha e precisa de segurança, saúde, transporte e
educação. Os outros têm o bolsa-família e as cotas, suas garantias de que podem
levar a vida que sempre levaram, votando no PT.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
ESPETO CORRIDO
HUGO CASSEL
TIRO NO PÉ
A maioria dos candidatos a cargos
eletivos, em cada eleição, não fazem nenhuma reflexão antes de iniciar suas campanhas. Dizem e prometem, por sua conta, sem levar em conta
se o que apresentam é realmente o que o povo precisa e quer. O assunto da
maioridade penal no Brasil, vem de longe sendo o mais comentado e com certeza
vai ser indicativo de preferencia, nos debates e discussões. Recentemente em
longa entrevista concedida ao programa Roda Viva, o candidato do PSB à Presidência, declarou ser contrario à maioridade penal aos 16 anos, e sim ao
aumento para 8 anos, da permanência do menor infrator no reformatório. É sabido
que isso pouco adianta eis que
nenhum bandidinho fica lá por muito menos tempo que isso. Quer
dizer: Um jovem com 16 anos pode votar e ser votado. Eleger Presidente,
Senador, Deputado, Prefeito, vereador, matar estuprar, roubar, incendiar , depredar, mas não pode ser preso
e ir para a cadeia. Mesmo que o candidato aí saiba que 97% dos eleitores, que
ele pretende cooptar, querem o contrário.
Eu até estava com alguma simpatia por ele, mas agora já balancei. O candidato que
quiser vestir a Faixa Verde Amarela tem que falar a língua do povo. O Lula
ensinou isso mas parece que alguns não aprenderam. Assim estão
dando um” Tiro no Pé” antes mesmo de começar
o combate. Principalmente quando
tratam um corrupto, mentiroso,
acusado publicamente de Ladrão, dedo duro, e lesa pátria, como Lula, de “Sua
Excelência”. Esse Ficha Suja
sabe que jamais voltará a vestir o Manto Sagrado. Por um milagre, eleito
jamais tomaria posse.
Outro “tiro no pé”: O Prefeito de
Balneário Camboriú, Edson “Piriquito”, se
candidatou a Governador. Não colou. Não ganharia nem na própria cidade. Para atender um pequeno
numero de skatistas, patinadores e ciclistas, eliminou o estacionamento de
veículos na Avenida Atlântica de ponta a ponta. Conseguiu “matar” os
Turistas clientes dos Restaurantes, que
gostam de almoçar e jantar na
Orla, com vistas para o Mar. Sem falar no risco para pedestres. Os comerciantes
estão loucos que chegue o dia da eleição.
VÍBORAS-A Internet mostrou: Uma serpente teve a cabeça cortada
mas permaneceu “viva” por um bom tempo. E ainda atacou e mordeu o próprio
corpo. Igual a ela é o PT. Cabeça
cortada, continua mordendo e destilando veneno. O certo nesses casos é
Esmigalhar! O Exercito não fez isso e deu no que deu.
PREOCUPAÇÃO-O José Ribamar, mais conhecido como Sarney, recebeu um telefonema
da filha Roseana usurpadora do Governo do Maranhão: Papai! Estou apavorada!
Metade do Maranhão está alagado! Que
horror filinha! A SUA metade ou a Minha?
quarta-feira, 14 de maio de 2014
A JUSTIÇA E SEUS ESPETÁCULOS
João Eichbaum
A Justiça anda mal nas
paradas de sucesso. Antes de terem reivindicado um canal de televisão para
exibir seus dotes intelectuais, seus implantes, seus cabelos pintados e suas
sobrancelhas desenhadas, os ministros do Supremo Tribunal Federal eram tidos
como provectos e circunspectos senhores. Tanto para a plebe ignara como para os
doutores, eles exsudavam sabedoria debaixo da toga, como donos da palavra
definitiva e indiscutível, tipo bula papal.
Mas, quando começaram a
mostrar ao vivo e a cores a montagem dessa dispendiosa peça de ficção chamada
Justiça, a suposta grandeza do ato de julgar foi desnudada e exibida como um
ato banal, não muito diferente de um bate-boca de vizinhos exaltados.
Dias atrás, suas
excelências estavam gastando seu notório saber jurídico em cima de quatro
galinhas, por conta de uma teoria denominada “de minimis non curat pretor”.
Enquanto isso, debaixo de alguma toga, um processo contra o Collor de Mello,
chocava uma coisa chamada “prescrição” - que só beneficia ricos.
Aproveitando o cenário
montado pela própria justiça e com o nosso dinheiro, o doutor “honoris causa”
Luiz Inácio Lula da Silva, em Lisboa, abriu aquele bocão já ornado por novos
bigodes, para escrachar a sabedoria dos ministros. “O julgamento do mensalão -
disse ele - foi oitenta por cento político e vinte por cento jurídico”.
Em Torres, uma mulher
não teve o direito de espernear para ganhar um filho: a Justiça mandou lhe
passar o bisturi na barriga.
Em Três Passos um
menino de doze anos foi procurar a promotora de Justiça, pedindo colocação em
outra família. Queixou-se do abandono e da incúria paterna. Ao invés de
providências práticas, imediatas, ao alcance de simples telefonema, foi
instaurado um “procedimento”. A força da burocracia levou o pai ao foro, onde o
juiz lhe assinou o prazo de 90 dias para melhorar seu relacionamento com o
filho: isto é, fazer em 90 dias o que não tinha feito em 12 anos. Nesse
interregno, a madrasta matou o menino. Semana passada se armou um comício de
togados para prestar solidariedade ao juiz, cuja atuação no caso estava sendo
questionada pelo deputado ouvidor da Assembleia Legislativa gaúcha. O comício
que, ao que parece, pretendia botar a humanidade no seu devido lugar, teve
muito mais de político do que de emocional. Vários juízes deixaram suas
comarcas para comparecer ao evento, provando que o escritor e advogado Ricardo
Giuliani tem razão: “o Poder Judiciário não existe para a sociedade, mas para
si mesmo”.
E enquanto o Judiciário
organizava seus protestos, se envolvia com galinhas e com a absolvição do Collor, e
alguns togados até gastavam seu latim para contestar o Lula, em Guarujá, São
Paulo, se perpetrava infame “justiçamento” na via pública. Acusada de
sequestrar crianças, uma pobre mulher que voltava da casa de um parente, onde
havia ido buscar uma bíblia, foi amarrada, arrastada e espancada por uma turba
histérica. Vítima da falência e das falácias do Estado, morreu agarrada na
bíblia, mas longe da complacência de Deus. Não sei se teve tempo de chorar.
terça-feira, 13 de maio de 2014
PLANETACHO
Quando a Pátria mãe
vira a
verdadeira casa da mãe Joana
Quando a mãe coruja
entra em
extinção...
Quando a luta em
favor da
mãe natureza deixa de ser
a mãe de todas as batalhas...
Quando os
condenados
por corrupção
xingam a mãe do juiz
mais do que as torcidas
do futebol...
Quando os jovens
choram
mais a perda da placa mãe
do que a
própria...
Quando só nos
resta reclamar
para a mãe do Badanha*...
Aí é que me dá
aquela saudade
imensa
dos tempos em
que fiquei
dentro da
barriga da minha mãe
*O
Badanha (em italiano Badagna) foi
um centro médio do Grêmio nos anos 40.
E era a mãe dele que ia negociar os
contratos
E, como toda a mãe, era muito exigente e
dura
na negociação. Vivia reclamando. Daí
surgiu o
chavão: “ah, vai te queixar pra mãe do Badanha!”
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