segunda-feira, 20 de abril de 2015

PLANETACHO

AS NEIRAS
Namorava com trigêmeas
gregas. Casou-se com a pior das hipóteses

Estragou sua impressora.
Ele chorou copiosamente

O que as sardinhas têm
para dizer uma para outra
dizem na lata

A energia tem tido

reajustes na velocidade da luz

sexta-feira, 17 de abril de 2015

É PARA ISSO QUE QUEREM DEMOCRACIA?

João Eichbaum


Para quem conhece Direito Constitucional, sobretudo seus fundamentos, não deixou de causar estupefação o comportamento de magistrados da Justiça do Trabalho, se misturando às manifestações de rua contra o projeto de lei da chamada “terceirização” de mão de obra.

Que os ignorantes, os subservientes, muitas vezes jornaleiros de pantomimas sindicalistas, venham para a rua atrapalhar o trânsito e coibir a liberdade de locomoção, gritando contra coisas de que eles não têm a mínima noção, vá lá. A sociedade é refém dos abusos, não tem como se defender deles.

Mas, os juízes? Ah, não, convenhamos. A tanto não se imagina que possa ter descido a ignorância deles, se confundindo com bagunceiros, com mercenários de sindicalistas, numa atitude reprovada não só pela liturgia do cargo, como pela expressa determinação do art. 35 inc. VIII da Lei Orgânica da Magistratura Nacional: “manter conduta irrepreensível na vida pública”.

É preciso não esquecer que a bagunça de quarta-feira última, desrespeitando o direito de locomoção, o direito ao trabalho, o direito à educação e à saúde de muitas pessoas, era dirigida contra o legítimo exercício de um dos poderes da República, o Legislativo.

Ninguém pode cobrar dos subservientes ignorantes e dos sindicalistas aproveitadores o conhecimento do parágrafo único do art. 1º da Constituição Federal, que consagra o princípio da “independência e da harmonia dos poderes entre si”. Mas que os juízes não conheçam a Constituição, não se perdoa.





quinta-feira, 16 de abril de 2015

ESPETO CORRIDO
Hugo Cassel
TOSA DE PORCO

No meu Rio Grande, esse que provoca inveja, principalmente de paulistas frustrados, como verifiquei  outro dia, (eles lamentam muito não terem nascido no Rio Grande), lá pras bandas de Passo Fundo e, de minha terra, Santo Angelo, com aquela terra vermelha que gruda mais que bosta em tamanco, chamamos “Tosa de Porco”, quando tem muito grito e pouco pelo. É isso que faz o (des)governo  Dilma. Ainda bem que o povo já percebeu. Por outro lado nossa gente já deveria ter se dado conta que a Presidente é na atualidade figura decorativa manobrada pelo partido comandado por Zé Dirceu, e Lula desde o Foro de São Paulo. Se tentar sair, como Celso Daniel, MORRE.

SOCIEDADE- O pobre trabalha-O Bolsa Família recebe -O soldado defende os dois- O contribuinte paga pelos três- O vagabundo “descansa” pelos quatro- O Lula bebe e rouba pelos cinco- O Banqueiro “esfola” os seis- o Judiciário engana os sete- O “Médico” Cubano mata os oito- O Coveiro enterra os nove- e o POLITICO vive a custa dos dez.
PITACOS-1-O Cérebro Humano é incrível! Funciona 24 horas, desde que nascemos. Só para de funcionar em DUAS ocasiões: Uma é quando morremos e a outra é quando vota no PT.
2- NOVELA- Esse lixo de  novela BABILÔNIA produzida por um dos Gays da Globo, conseguiu que duas extraordinárias atrizes jogassem no esgoto uma reputação de uma vida inteira. Fernanda Montenegro e Nathalia Thimberg estão ridículas nesse “beijo gay”. Só faltou sexo entre as duas “pelancudas”. Agora é só ir pra casa, cuidar dos netos, que não mereciam isso.
3-Os Políticos são eleitos para obedecer aos seus eleitores.  Então não deveriam ficar discutindo a Maioridade Penal! Mais de 95% do Povo QUER 16 ANOS e Ponto Final! O Povo quer também Tolerância Zero e chumbo quente pra bandido de QUALQUER IDADE! É só cumprir! Vem comigo que esperar não é saber. Quem Sabe faz a Hora. Não espera acontecer!
4-Que palhaçada é essa Ministro?!  Um criminoso vai para um interrogatório com direito a mentir??? Que País é este?! Cadê Meu General?!

                                                                                                                                            

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Magistrados querem “bicho
João Eichbaum

A projeto da nova Lei Orgânica da Magistratura só não pode ser chamado de pouca vergonha, porque vergonha é um substantivo banido da vida dos brasileiros. Já que a classe política não estimula a honradez, a dignidade e a honestidade, que são pressupostos da vergonha, nada sobra para o povo comemorar em matérias de valores.

Agora também o Judiciário está se candidatando a figurar no listão da sem-vergonhice. Para isso vem treinando há muito tempo. Começou com as equipes de assessores, secretários e estagiários sem qualificação, praticando monstruosidades que recebem o nome de “sentenças”. Depois veio o “auxílio-moradia”.

Agora os juízes também pretendem entrar para a roda dos que usam o erário público em benefício próprio e dos seus. O novo projeto os com contempla com planos de saúde, auxílio-creche, auxílio-transporte, auxílio-funeral, auxílio-moradia e, pasmem, “gratificação de produtividade”!

Isso mesmo, os juízes vão ganhar “bicho”: além de todos os privilégios acima enumerados enganchados no subsídio de trinta mil e poucos reais, eles vão se equiparar aos jogadores de futebol: bicho por vitória sobre os processos distribuídos.

Então, vai ficar assim: quem não trabalha ganhará tudo aquilo que foi acima mencionado e mais a bagatela de trinta e poucos mil mensais. Quem der duro nos seus assessores, estagiários e secretários, cobrando deles mais serviço, acrescentará a tudo isso mais a “gratificação de produtividade”.
O que sobrará depois disso, senão a verdade irreparável de que não temos em que confiar?


terça-feira, 14 de abril de 2015

O NÉRIO SABE DAS COISAS

Agora, sim, vai. Sem votação a imprensa (não se sabe quem da imprensa, mas tem empresário atrás da "bela") elegeu uma "empresária" ( não se sabe do quê), como " musa da direita". Este é o Brasil. Não adianta. Sem mulher núa não tem graça. E esta, espertamente, e bem orientada, com empresários a seu lado soube aproveitar o momento da passeata e desfilou na Av. Paulista, no centro de São Paulo, onde tudo acontece, quase nua. Desfrutou a fama de um dia. Valeu. Conseguiu o que queria, isto é, pousar núa na Revista PlayBoy e receber um bom cachet e ganhar dinheiro. A vantagem da mulher sobre o homem é esta. Tira a roupa, mostra o corpo e ganha dinheiro, sem esforço, sem estudar, sem trabalhar. Sem fazer nada. Só tirar a roupa e fazer algumas poses ensaiadas e um tanto chatas mas que para muitos é atração sexual e desperta o desejo masculino de ter relações sexuais com ela.

Esperta, bem orientada, e já patrocinada, para desfilar em roupas colantes transparentes, mostrando o corpo, no meio do povo, saiu do anonimato dos 10 milhões de habitantes de São Paulo, e pelo menos, por um dia, teve seu momento de " musa" e de glória.

Agora, sim, a coisa vai melhorar no Brasil. Já tem mulher nua na parada. Sem mulher nua no Brasil, nada acontece.

Lembram do Presidente Itamar Franco, no camarote, presidencial, de madrugada, no Sambódromo, do Rio de Janeiro,  tudo preparado,uanteriormente, a até então desconhecida "vedete"   -  Lilian Ramos  -  após o desfile de sua Escola de Samba, no entrevero da chegada, quando ninguém é ninguém, as mulheres peladas, os homens mijando na calçada, apesar dos 700 banheiros químicos, uma confusão total na tal de   "dispersão",   do carnaval carioca, milhares de pessoas, após o desfile, todos turbinados por alguma dose de bebida, para tomar coragem e desfilar perante a arquibancada lotada naquele momento mágico do desfile glorioso, na Av. Marquês do Sapucaí.

A mulher foi carregada no meio da multidão, a guarda presidencial "permitiu" a subida até o camarote do Presidente, onde todos, naquela hora, já estavam devidamente !"turbinados!" pela bebida, tanto que o Ministro da Justiça, Mauricio ......?......depois Ministro do S.T.F.,  nos fundos, já estava meio " adernado! " quase caindo de lado, e aí, aconteceu o que a vedete esperava. O fotógrafo colocado na avenida, em ponto estratégico, tudo preparado, fotografou de baixo para cima, o momento mágico brasileiro, da vedete de mão dada com o Presidente Itamar, com o detalhe fundamental e primordial, ela estava sem calcinha. Este foi o momento mágico.

Foi manchete no mundo. Ganhou dinheiro. Pousou nua na Play Boy, e acabou indo para a Europa, e ao que se sabe casou com um rico empresário europeu, provavelmente um nórdico, que adoram a mulher brasileira, principalmente, a mulata.

Aí se resume o Brasil, como no agir da dita empresária na Av. Paulista. Como a "empresária" paulista teve o privilégio de pousar em trajes menores atraindo a atenção e polarizando os holofotes, rádios e TVs. Evidente que ocorreu uma quebra do princípio democrático, posto que, todas as demais mulheres, podiam exercer o mesmo direito, desde que tenham corpo jovem, esbelto e escultural e sirva de atração para vender o produto exposto. Pois, no caso, a velhice é uma tragédia e a beleza é fundamental   -  (com o perdão das feias, no dizer do "poetinha" da praia de Ipanema, com a turma tomando todas na mesa do bar famoso e que fez a fama de -  Helô Pinheiro  -   até hoje, como a "garota de Ipanema"  inclusive de sua filha, Ticiane -   e mãe e filha pousaram nuas na Play Boy, mostrando o DNA da brasileira).

No caso concreto, acontecido na Av. Paulista, com a esperta "empresária" paulista, se aplica o princípio do filósofo francês Montesquieu ( 1689-1755) o pai da criação do Regime Democrático, com o Poder Legislativo, o Poder Executivo e o Poder Judiciário, independentes e harmônicos entre si - a fim de poder governar homens livres e dotados de livre arbítrio, onde a maioria governa com o respeito da minoria -   " Para que não se possa abusar do poder, é preciso que pela disposição das coisas, o poder impeça o poder" .

Portanto, os organizadores da passeata que proibiram tantas coisas, em linha de princípio, pois, se diziam democráticos, deveriam ter impedido que a "empresária" paulista desfilasse quase nua. Aliás, há quem diga que a veste da "empresária" é mais atraente e mais sexy do que o nu frontal, pois, vestiu um colante justo e transparente Vocês não acham. Ou teriam cometido abuso de poder. Ou seriam moralistas e machistas e coisas que tais.

Nério "dei Mondadori" Letti.



segunda-feira, 13 de abril de 2015

PLANETACHO

AS NEIRAS
A diferença entre os grafites e as pichações
é a mesma que existe entre
as tatuagens e as cicatrizes.

O inventor do silicone deveria ser
homenageado com um busto
em praça pública.

A TV demitiu a moça do tempo.
Ela era muito temperamental.

Será que nos reino de Oz existem

Problemas com a camada de Ozônio?

sexta-feira, 10 de abril de 2015

DOUTORADO NÃO ENSINA A LER

João Eichbaum

A notícia de jornal VS de hoje diz literalmente assim: “ao negar um habeas corpus e manter na prisão funcionário da OAS, o ministro do STF, Teori Zavaski, afirma que não determina a soltura dos empreiteiros envolvidos na Operação Lava Jato porque as prisões preventivas não violam o princípio da presunção de inocência e porque eles soltos (sic) podem voltar a cometer crimes, trazendo ‘um sentimento de impunidade e de insegurança na sociedade’.

“Para Zavaski – continua a notícia – crimes de lavagem de dinheiro e de colarinho branco ‘podem ser tão ou mais danosos à sociedade ou a terceiros, do que crimes praticados nas ruas, com violência’.

“A prisão preventiva poderá será decretada – reza o art. 312 do Código de Processo Penal – como garantia da ordem pública, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal...”

Alguém consegue enxergar no texto da lei alguma palavra ou expressão que autorize a prisão preventiva “para evitar que o réu volte a cometer crimes”? Que se preocupe com o “sentimento de impunidade e de insegurança da sociedade? Que permita ao juiz escolher os crimes que “possam ser” mais, ou menos, danosos à sociedade?

Não se confunda “sentimento da sociedade” com ameaça à quebra da ordem pública. “Sentimento” é uma coisa vaga, relativa, pessoal, sem conceito ontológico na ciência do Direito: não existe na axiologia jurídica. Sentimento não é sinônimo de argumento. O sentimento não tem a consistência do fato. E se não existe o fato, não existe base para a incidência da lei. A lei rege comportamentos e não sentimentos.

Agora dá para entender porque o senhor Teori Zavaski fez mestrado e doutorado: seu curso de graduação foi insuficiente para lhe ensinar primárias lições de hermenêutica, e sobretudo suas restrições em matéria penal. Mas parece que não adiantou muito. Acontece que, sem o pleno domínio do vernáculo, fica difícil distinguir entre o que diz a lei e o que ela não diz.