terça-feira, 8 de outubro de 2013

PLANETACHO


A BARSA é a avó do GOOGLE.
(hoje em dia pouca gente sabe o que é a Barsa. Procure no Google).

O VERBO PERPETUAR NO PERFEITO DO INDICATIVO
eu sarnei
tu sarneaste
ele sarneou
nós sarneamos,
vós sarneastes,
eles sarnearam      


VENDEU SEU RELÓGIO PARA COMPRAR UM CREME ANTIRRUGAS

DIÁLOGO DE GAÚCHOS
- Quando tu percebeste a espionagem dos gringos?
- Assim que os bentevis gritaram I saw well!    

CERTOS POLÍTICOS E CARTOLAS DE FUTEBOL FAZEM PENSAR POR QUE ALGUNS ESCOLHERAM O CRIME, QUANDO HÁ TANTAS MANEIRAS LEGAIS DE SER DESONESTO.                                                                                         


DOS CONTOS DE FADAS
Então o ladrão lhe perguntou antes do duelo:
- Você quer ficar crocante ou mal passado?

PRIMAVERA 2101
Nem mais um passo, centopéia!
Nem mais um beijo, beija-flor!
Nem mais um querer, Quero-Quero!
Bem-te-vi só na televisão.
Sandras passarinhos.
Nunca mais se soube do sabiá!
Pode dar meia-volta, girassol!
Mataram a Sempre-Viva

Devagar com o andor, andorinha!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

DA INDIGNIDADE DO SER HUMANO

 

João Eichbaum

Não é esta a primeira, nem será a última vez que afirmo: o ser humano não traz consigo qualquer dignidade imanente que o credencie a ser melhor do que qualquer outro animal.
A dignidade – repito – é construída por alguns seres humanos ao longo de suas vidas. Mas muitos não a constroem. Alguns, simplesmente lhe dão as costas. Outros jamais saberão o que é isso. Há também os hipócritas, os “sepulcros caiados” como diria Jesus Cristo, com sua mania de fazer alegorias. Esses, os hipócritas, são os que apregoam a dignidade do ser humano, mas não a cultivam. Falam só da boca para fora.
Por exemplo, quem é que inventou os tais de direitos humanos, produto duma falada “declaração universal”?
Foram os hipócritas, naturalmente: aqueles que tinham emprego, casa, cama, comida, roupa lavada, um ou mais parceiros para suas necessidades sexuais, dinheiro, automóvel e mais um monte de mordomias que são negadas à maioria dos seres humanos.
Digo que foram os hipócritas, porque qualquer pessoa que tenha um pingo de dignidade há de confessar que tudo aquilo que está escrito na “Declaração Universal dos Direitos Humanos” não passa de balela, porque na hora do pega pra capar, ninguém a respeita, e dê-lhe bombas, e dê-lhe tiros, e dê-lhe armas químicas para salvar o que é seu, e o resto que se phoda.
Olhem só o que está escrito no Artigo VI:
“ Todo ser humano tem o direito de ser, em
todos os lugares, reconhecido como pessoa
perante a lei.”
Então eu pergunto para vocês: os migrantes, aqueles que fogem da fome, da miséria, da falta de emprego, são tratados, por exemplo, nos países da União Européia “como pessoas”?
Aquele quadro terrível dos cadáveres de fugitivos e dos sobreviventes apavorados em Lampedusa, que a TV mostrou semana passada, se enquadra nessa “Declaração Universal dos Direitos Humanos”?
As fronteiras, os guardas armados, impedindo que miseráveis fujam da fome e do desemprego mostram que essa “Declaração” é uma verdade, ou uma hipocrisia?
As filas da “imigração”, nos aeroportos dos Estados Unidos, as exigências de vistos, depois do desrespeito à vida privada, para gente que quer simplesmente passear, combina com a dita “Declaração”?
E uma informação para vocês: os sobreviventes do naufrágio de Lampedusa agora serão submetidos a uma investigação por migração ilegal, estando sujeitos a uma multa de 5.000 euros!
Não, meus amigos, não é piada.
É tudo fruto da hipocrisia, simplesmente.


 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

UMA FREIRA QUE QUER SER PRESIDENTE

João Eichbaum

 

Vou escrever sobre o que não sei. Não li os autos, não sei o que ali se contém.  Tudo o que sei é através da imprensa.
Dizem que havia assinaturas falsificadas no pedido de registro do partido da Marina, o tal de Rede.
Em todo o caso, seja como for, a imprensa já alardeava que o Tribunal Superior Eleitoral iria indeferir o pedido.
Só quem não sabia disso era a própria Marina Silva. Porque ela ainda acredita na Justiça.
Quem o diz é ela mesma. Em artigo publicado hoje na Folha de São Paulo, intitulado EU JÁ SABIA, ela começa dizendo que não é nada disso, que é brincadeira, que escreveu o artigo antes da decisão do Tribunal Superior Eleitoral, e que ela acredita na Justiça.
Para quem não sabe: Marina Silva é uma ex-freira, que continua a pensar como freira, embora tenha bandeado para o lado de outras religiões.
Vamos por partes. Se a Marina acredita na Justiça, é porque ela não conhece a Justiça. A começar pelo próprio Superior Tribunal Eleitoral, de que dependia a aprovação do seu partido.
Realmente, ela não deve saber que o dito Tribunal é composto por alguns juízes e alguns advogados, todos nomeados pela Presidência da República. Quer dizer, um tribunal inteiramente dependente de políticos, como, de resto, o são os demais tribunais, ditos superiores.
Que alguns dos ministros entendam de Direito Eleitoral, até se admite, embora a maioria nunca tenha presidido uma eleição para prefeito municipal sequer. Os advogados que compõem o tribunal são simplesmente apadrinhados ou causídicos que conhecem Direito Eleitoral exatamente porque patrocinaram causas de partidos políticos, aos quais devem eterna gratidão. E, diga-se de passagem, os últimos foram nomeados pelos governantes do PT.
A esses “ministros” do TSE se aplica o que o Joaquim Barbosa já disse: até a tardinha são advogados, quando fecham o escritório se tornam ministros.
Mas para que fique bem claro porque é que não merece crédito o TSE: ontem, o único voto favorável à Marina foi o do Gilmar Mendes, que foi chamado para substituir o Dias Toffoli. Assim, ó: o Gilmar é ministro, por conta do Fernando Henrique Cardoso; Dias Toffoli, o é por conta do Lula.
Deu para entender? É como chamar o cara do banco de reservas do time adversário, para fazer gol contra seu próprio time.
Só a Marina, mesmo, para acreditar nessa encenação.
Mas olha, vou dizer para vocês: o único partido que sentaria para o Brasil seria o FDP, que já tem na Alemanha.


 

 


 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A LEI DOS TRÊS “CÊS”*

Fabrizio Albuja

A pluralidade de escândalos da última década de governo escancaram várias teorias e põe abaixo lógica e conceitos pré-definidos que afloraram durante a lavagem cerebral do período eleitoral que atingiu seu ápice de mau-caratismo mediante o que chamamos de marketing de guerrilha.

Assim seguem os três conceitos tão bem absorvidos pelo PT e que caracterizam o Brasil hoje:

1.       Caos

A teoria do Caos identifica a instabilidade causada pela ação e interação dos elementos envolvidos no fenômeno. Simplificando, o Caos é a bagunça de informações. É como entrar em um quarto todo revirado e tentar encontrar alguma coisa nele. Demanda muito tempo e sua efetividade é incerta. Enquanto mais confuso melhor, pois a argumentação da virtual razão, independente de sua veracidade, passa a ter crédito mediante a invisibilidade do ato.  Dessa forma fica fácil argumentar: “eu não sabia”.

2.       Corrupção

Esta atividade que surge desde a existência da palavra “política”. É uma ferramenta poderosíssima para a criação de alianças, pois sua ligação é de garantia eterna e se transforma numa bola de neve. Enquanto mais essa bola de corrupção rola, mais vai aumentando o poder do centralizador, atualmente o vermelho-treze.

3.       Comunismo

Aquele conceito que conhecemos aplicado na União Soviética até o início da década de 1990, determinava de que todos, independente do esforço e competência intelectual, fariam parte da mesma classe social, abaixo apenas dos Bolcheviques. A crise socioeconômica desencadeada pelo partido da estrela vermelha que quer homogeneizar a sociedade, tanto financeiramente quanto intelectualmente, é a real tentativa de aplicação dessa proposta leninista.

Os petralhas não fizeram essa teoria. Isso existe há muito tempo com outras vestimentas e nomenclaturas. Apenas aplicaram essa estratégia que vem lhes servindo muito bem a fim de conseguirem o controle total dos quatro poderes. E agora eles querem o quinto, a internet

 *Publicado em Alerta Total

Fabrizio Albuja é Jornalista e Professor Universitário.


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

MARIA DA PENHA

João Eichbaum

Séculos e séculos depois de ter criado deuses e ser convertido em ser humano, o bípede falante bolou um selo social para dignificar o acasalamento: o casamento. A finalidade do casamento seria a de servir de lacre do acasalamento, para sempre, “até que a morte vos separe, amém”. Era uma tentativa de resolver o problema da deflação da testosterona, do apodrecimento dos afetos, que o vulgo chama de falta de tesão.
Mas não adiantou. A história do primata convertido em ser humano continuou a mesma: o casamento começa com paixão e termina, o mais das vezes, também por paixão, quando entra um terceiro personagem na novela. Senão, é por pura falta de tesão, mesmo.
Não sei se foi o caso da Maria da Penha Maia Fernandes, uma biofarmacêutica lá do Ceará, casada com certo Marco Antônio Herredia Viveros, professor universitário. Só sei que a paixão deles terminou e, terminada a paixão, o Marco Antônio quis terminar com a Maria da Penha também: meteu bala nas costas da mulher, enquanto ela dormia, para cumprir a lei do “até que a morte vos separe, amém”.
Para se livrar da bronca e imaginando que a mulher tinha morrido, Marco Antônio foi para a rua, de madrugada, berrando que tinham sido assaltados. Pelo visto, a estória colou. Mas, Maria da Penha, paraplégica, não teve como mais viver, sem cadeira de rodas.
Aí veio o segundo ato, meses depois. Marco Antônio deu um empurrão raivoso na cadeira de rodas para terminar de vez com o casamento e com a Maria da Penha. Como não deu certo, partiu para a segunda alternativa: tentou eletrocutá-la debaixo do chuveiro elétrico.
Com um privilégio de felino caseiro, Maria da Penha sobreviveu a tudo isso e botou a boca no trombone. Marco Antônio foi processado, mas só foi a julgamento oito anos depois. Condenado, recorreu e teve o julgamento anulado. Ao contrário do que todo mundo queria para o José Dirceu, o marido da Maria da Penha teve direito a mais um recurso. Enfim, mais de quinze anos depois, foi definitivamente condenado e acabou metido em cana por dois anos.
O caso, levado ao departamento de direitos humanos da OEA. custou para o Brasil uma admoestação  e aí então nasceu a chamada Lei Maria da Penha.
Apesar do artigo 5º dessa colcha de retalhos chamada Constituição Federal, que proíbe qualquer distinção e ainda acentua, no inciso I, que “homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações”, foi sancionada a “Maria da Penha” que oferece à mulher um processo "vip".
Mas, tem o seguinte: agora que homem pode ser mulher, e mulher pode ser homem, conforme foi decretado pelo Luiz Fux - o roqueiro aquele de cabelo implantado, que usa toga - como é que fica a Lei Maria da Penha? Quem será a mulher nessas brigas violentas de casais homossexuais, com terríveis arrancadas de cabelos, e mortais arranhões na cara, sem contar as mordidas? Será todo mundo submetido ao processo "vip" da fêmea? Ou vai ser na base do sorteio?
A perguntinha é tola, eu sei, mas serve para mostrar que resolver conflitos não é a mesma coisa que destrinchar promiscuidades.
E tem mais: nós, os machos discriminados, somos jogados na vala comum dos processos, sem a isonomia constitucional, depois daquela  sumanta com rolo de massa, só porque chegamos em casa cedinho, antes da missa das seis, com uma cópia escarlate de tenros lábios na cueca.




terça-feira, 1 de outubro de 2013

COMISSÃO DA VERDADE
João Eichbaum


Já falei sobre isso, mas não me custa repetir. Os comunistas e outros energúmenos de esquerda que estão no poder graças ao Lula, se entregaram ao exercício da mais absoluta futilidade com uma  tal de “comissão da verdade”.
A mentira já começa com o nome da referida “comissão”. É, sim, a comissão das meias verdades.
Eles querem apurar “os crimes da ditadura”. Quer dizer “crimes” que teriam sido praticados pelo governo dos militares. Os crimes praticados pelos comunistas, pelos agitadores, isso não  interessa. Então, eles só querem “meia” verdade. A comissão não é a da verdade, mas da “meia verdade”, a comissão da vingança, pois sua única finalidade é alimentar com o dinheiro do povo um hiperbólico desejo de vingança.
Entende-se, perfeitamente, o motivo dessa limitação exclusivamente aos “crimes da ditadura”.É que muitos, mas muitos mesmo, dos atuais governantes, ministros e outros que não largam as tetas da atual república, foram criminosos, sequestraram embaixadores, mataram militares, assaltaram bancos e praticaram roubos, os mais variados. São os tais que estão vivos para provar que o “crime compensa”.
Ora, uma coisa assim não pode ser levada a sério. Verdades verdadeiras não têm metade: ou se apura tudo ou não se apura nada. Ou se mostra quem é quem, quem fez o quê, sem distinção do lado em que foram praticadas as ações, ou a comissão não merece crédito algum, porque é parcial, suspeita, levada por interesses próprios.
Até a exumação dos restos do João Goulart inventaram. Restos. Se é que resta alguma coisa, tantos anos depois. Para quê? Para tentar descobrir se ele foi envenenado.
Pô, me poupem. O cara morava no Uruguai e lá morreu. Se o mataram foi lá. O que é que a comissão da meia verdade pretende fazer? Levar a julgamento o assassino? Desde quando o Brasil tem jurisdição sobre fatos ocorridos no Uruguai?
Mas, essa prolífica gestação de asneiras ficaria por isso mesmo, se não fosse o pior: os rombos no orçamento, o sumiço do nosso dinheiro, o produto da soma de empáfia com burrice, lançado na nossa conta, a farra com o fruto do nosso trabalho, que vai parar até em Cuba, para pagar peritos, numa atitude de desprezo para com os peritos brasileiros.
Por causa disso, por conta de suas besteiras, a tal de comissão já está fazendo água. Estão se desentendendo lá dentro, alguém está levando mais vantagem do que os outros, alguém está embolsando mais, assim não dá. Tem gente caindo fora, não brinco mais, etc.
Mas, é disso que o povo gosta, é esse tipo de gente que faz o estilo do eleitor brasileiro: os que fazem de nós, que trabalhamos, suas bestas de carga, enquanto eles se entregam à ociosidade por conta da nossa grana, a grana da educação, da segurança, do transporte.
Quanto à grana da saúde, essa já está indo para Cuba.


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

EM  QUALQUER PARTE DO MUNDO

João Eichbaum

Antes de serem juízes, os magistrados são homens. E, como homens,  podem ser sábios ou ignorantes, dóceis ou perversos, responsáveis ou indolentes, humildes ou vaidosos – para enumerar apenas algumas das qualidades inerentes ao primata convertido em ser humano.
Não sei como é que se procede à seleção para a magistratura na Espanha. Mas não deve ser muito diferente de como se faz aqui no Brasil.
Os candidatos a juiz, aqui, se submetem a uma prova de conhecimentos da ciência jurídica e nada mais. De posse do poder é que vão revelando seus defeitos ou virtudes. No mais das vezes o que prevalece são os defeitos. E isso pela simples razão de que o poder leva o homem a sentir acima dos outros. Principalmente o poder dos juízes, cujos erros passam impunes.
Falo a propósito da condenação da jovem Bruna Bayer Frasson, do vizinho município de Canoas, que está presa há mais de dois anos em Barcelona, acusada de traficar entorpecentes.
Já falei sobre o caso, neste blog, criticando o longo período de prisão preventiva sem culpa formada. Agora foi prolatada a sentença e Bruna foi condenada a seis anos e um dia de prisão. Para lembrar: Bruna trabalhava como auxiliar de cozinha num dos navios da Costa Crociere (a mesma do Costa Concórdia). Ela havia se formado em nutrição e, sem emprego, mas cheia de sonhos, foi mais uma das muitas jovens seduzidas pelo encanto das viagens internacionais. Quando desembarcou em Barcelona, a polícia encontrou em sua bagagem três quilos de cocaína. No curso do inquérito, um ex-namorado e colega dela, que trabalhava como cozinheiro no navio, confessou que havia “plantado” a droga na bagagem da moça.
Pelo visto, os juízes de Barcelona não acreditaram nem na moça, nem no réu confesso, e preferiram sua própria convicção, baseada não me perguntem em quê. E lhe aplicaram seis anos e um dia de prisão.
Mas, como, perguntarão vocês, não bastavam seis anos? Por que mais um dia?
Por maldade, por perversidade. Esse “um dia” impedirá a deportação de Bruna. Será um castigo a mais, além da condenação: ela terá que ficar à mercê dos raivosos catalães.
Assim são os juízes. E não precisamos ir muito longe para mostrar como são eles. Aqui no Brasil também. Por exemplo, para evitar a prescrição, alonga-se a pena. Como aconteceu no caso do “mensalão”.
Ser juiz é fácil. O difícil é ser responsável.