quarta-feira, 7 de dezembro de 2016


PENSAMENTOS DO RUI ALBERTO


Há certas horas que não dá mais para defender os que roubam a nação sem que se corra o risco de "fazer parte das quadrilhas"... Creio que está mais que na hora de as Forcas Armadas passarem para o lado do povo !!!

Meu pai Gabriel e meu tio Miguel tinham uma loja que era uma "fábrica" de roupa ali na Alexandre Mackenzie, a "Alfaiataria Motta", no centro do Rio, uma transversal da Marechal Floriano... Meu pai fazia ternos e "smokings" para todo mundo das redondezas, incluindo o pessoal do Itamarati, da Light, do Ministério da Guerra... Na verdade, o mundo parecia uma fauna ávida de compras, as ruas viviam cheias de gente comprando.... Pobre comia feijoada no morro, churrasqueava, mandava fazer ternos (com colete)... Subi muito morro para entregar roupa e não havia traficantes por lá... O comunismo andava moribundo pelos quatro cantos do mundo...
Por aqui havia uma meia duzia querendo forçar a barra dizendo que o comunismo era bom para todos...
Meu tio e eu - lembro sempre do filme "Mon Oncle" do Jacques Tati- saiamos para fazer compras na Saara do rio, para comprar aviamentos, camisas "Ban-lon" ou "volta-ao-mundo". Outra vez fomos a S. Paulo de ônibus para comprar mercadorias numa rua onde tudo era mais barato... E eu ainda estudava, mas dava tempo pra tudo... Pra estudar e trabalhar... (Lembra, tia Nilde Monteiro )
Juro que tenho saudades desse tempo. Assistam até o fim... Musica pura!!!

Renan Calhorda quer ficar!... Recusa-se a sair!...
Quer discutir a justiça... Ganhou os votos da população e do Senado e acha que assim pode manobrar para que todos os políticos agindo em QUADRILHA, UNIDA, possam roubar porque MANDAM neste pais...
Ora ai está meus caros, uma impertinente definição de fronteiras entre o aceitável e o inaceitável, definindo o ponto de ebulição de uma república...
Esta fronteira tanto pode valer para mansas ovelhas da republica quanto para extremistas... O que vier depois tanto pode ser bom para os bons quanto ruim para os bons, mas nessas horas, o que importa é que os limites foram atingidos e não foi pelos sem-culotes, não!!!! De vez em quando os "senhores" e as "senhoras" que governam, agem como Calígulas, abusando do que pensam ser o poder que têm... NÃO TÊM! ... Cedemo-lhes esse poder em comodato e estamos todos INCOMODADOS!
Vais preso sim, Renan, vai Lula, vão todos os que abusaram e cooperaram com o roubo dos direitos e dos recursos desta nação.. COM OU SEM FORÇAS ARMADAS NAS RUAS!.....




terça-feira, 6 de dezembro de 2016

QUANDO O PODER NÃO DIGNIFICA O HOMEM

João Eichbaum

“A valente Chapecoense merecia um país melhor”, escreveu, pleno de inspiração, José Henrique Mariante, na Folha de São Paulo. Realmente. Enquanto o país inteiro, perplexo, dominado pela comoção, já antes do raiar do dia chorava, a Câmara de Deputados se transformava num covil de maquinações.

Não há outra desculpa para a insanidade dos deputados: só um covil, inteiramente fechado, bloqueado, desligado de tudo o que acontecesse no mundo, lhes serviria de esconderijo, no turvo propósito de tramar contra o povo brasileiro.

O tresloucado espírito de vingança de Renan Calheiros, que tentou levar o texto do projeto para a aprovação no Senado, no mesmo dia fatídico em que os brasileiros estavam amordaçados pela dor, nem se pode dizer que seja pior. Renan Calheiros é o que o Brasil inteiro sabe o que ele é. Seu perfil, sua personalidade, a massa psíquica que lhe comanda o comportamento, dispensa adjetivos. Nada que parta dele, de uns tempos para cá, gera outro sentimento nos brasileiros que não seja aversão, nojo, vontade de vomitar.

Só a indignidade explica esse descompasso emocional, num dia que não será facilmente esquecido, o 29 de novembro de 2016. A impiedosa fatalidade, que nem aos mais brutos deixou indiferentes, que ocupou o coração de quem gosta e de quem não gosta de futebol, mostrou que os deputados federais deste país são entes de que não se podem orgulhar os brasileiros.

Até aqueles que antes se xingavam, se agrediam, se engalfinhavam, ficaram juntos, na hora em que o cérebro lhes vazou pelo traseiro, criando uma lei para acobertar crimes e criminosos. Alguns, prestes a responder a processos penais, e outros já tendo sido até condenados, mostraram o que realmente são: criaturas que não passam pelo detector de dignidade.

Ninguém aqui está contando novidades. Não se está a censurar aqui um fato inusitado, um deslize ocasional, um descuido, uma descostura involuntária no tecido da dignidade nacional. Não. Foi pura questão de rotina: para os tipos e as figuras que se concentram no parlamento brasileiro, as leis não passam de um simples arroto do poder. E o povo que vá girar a roda da sorte, para ver se dá alguma coisa.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

PLANETACHO
tacho@gruposinos. com. br

O FUTEBOL
Wilian Shankly (1913-1981) foi um dos principais treinadores da história do futebol inglês. Ele treinou o Liverpool durante quinze temporadas. Grande frasista e apaixonado pelo futebol, uma vez declarou:
- Algumas pessoas acreditam que futebol é questão de vida ou morte. Fico muito decepcionado com essa atitude. Eu posso assegurar que futebol é muito, muito mais importante.
A tragédia envolvendo o heroico time da Chapecoense comoveu o mundo nessa semana que passou e levou por água abaixo a máxima de Sir Wilian.

DIZEM AS INVESTIGAÇÕES QUE A GESTÃO DE SÉRGIO FOI JOIA.

DE KAFKA
Deixar os deputados votarem um pacote anticorrupção é o mesmo que deixar as baratas votarem se a casa deve ser dedetizada ou não.

CINEMA
Tudo o que está acontecendo no Brasil hoje daria um filme onde os bandidos vencem no final por WO

XINGAMENTO
Quer saber duma coisa? Vá pesquisar no Google!

NO FACE
Enquanto o goleiro fazia uma postagem, a bola bateu no poste.

O silêncio de uma
Página em branco

Dentro de um livro

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

LAVAJATEMO-NOS

“País Canalha é o que não paga precatórios”.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

“A palavra comove mas o exemplo arrasta”

Depois de ver a quintessência da merda no planalto, devemos iniciar uma limpeza em nossas vidas.

Terminemos relacionamentos imprestáveis: pessoais, profissionais e políticos: Lavajatemo-nos!

De consciência limpa e alma lavada, vivamos o resto de nossas vidas.

A todos os nefastos (dos traidores da pátria ao reles chato inoportuno) digamos “Basta!”.

Chamemos as coisas por seus verdadeiros nomes.

Muito embora o cortês não elimine o valente, usemos as palavras que sejam do entendimento do público-alvo.

Evitemos as ameaças mas se as fizemos, cumpramo-las.

Deputões, senatrizes e outros cagões serão mimoseados pela fúria popular.

Sem a Dona Onça, com ou apesar dela.

Tuba de alto clangor anuncia procela.

“Apocalipsis litteris”.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O APITO FINAL

João Eichbaum

Eles nunca imaginaram que um dia teriam a torcida do mundo inteiro a seu favor, e que o adversário não teria ninguém na arquibancada. E nunca imaginaram também que aquele jogo não seria um jogo apenas decisivo, mas o jogo definitivo. Era o jogo contra o mais poderoso, o mais temido, o mais cruel adversário: a morte.

Também não imaginavam que, ao invés da entrada em campo, aquilo era, na verdade, a saída, o fim do jogo, o apito final. Não imaginavam que jamais haveria prorrogação daquela foto que sua amada bateu no celular, quando já se dirigiam para o portão de embarque. E que seu último sorriso, seu último gesto de despedida, a mão abanando, era também o último pênalti marcado, para sair com as mãos levantando na direção do céu, pedindo apenas isso: mais uma chance para viver.

 A morte, para eles, podia ser realidade, mas uma realidade distante, impensável, que só se mostra para os velhos, os doentes, os que foram deixados pelo destino à margem da vida. Mas, de repente ela enviou avisos, nítida, sem rodeios:  no desequilíbrio do avião, no voo cego, naquelas voltas que não tinham fim, na súbita transformação da esperança em desespero.

Naquele jogo definitivo a morte se anunciou minutos antes de sua chegada. Ela chegou sorrateira, de improviso, chegou muito antes do prazo de validade que a natureza assina para cada um. Primeiro lhes trucidou a alma, aguçando-lhes o pavor diante da dor física inevitável e da certeza de que tudo estava acabando. Depois, subtraiu-lhes a vida, com um estrondo que eles nem chegaram a ouvir.

Mas, a torcida, a torcida no mundo inteiro ouviu esse estrondo, que foi o apito final no jogo contra a morte. E, petrificada pela tristeza, essa imensa torcida calou-se. Não mais vibrou, nem vaiou, nem aplaudiu. Simplesmente se calou, com as lágrimas a lhe deixarem um gosto de sal no canto da boca: seu time, que havia se transformado no único time de futebol do mundo naquela hora, havia perdido o campeonato. Adeus, meninos.



quarta-feira, 30 de novembro de 2016



PENSAMENTOS DO RUI ALBERTO

TUDO É UBER ...
O futuro chegou pra uns e pra outros nem em 3.900 DC... Pra quem não sabe o que seja ser socialista, isso existe nos Emirados Árabes Unidos... Todos podem usar tudo porque não falta dinheiro... Portanto, se deseja ser socialista, TENHA CAPITAL !!!!!!!
Mas lá... Se tentar roubar, pode acordar sem mãos nem pés nem cabeça e nem tente passar a conversa de malandro inteligente de resposta pronta... Che Guevara jamais passaria na fronteira.

Em breve no Bar do Chopp Grátis, o que são os Almantes... Aqueles seres que botam alma em todos os seres que nascem para ficarem "seres vivos"... Deus não tem tempo pra botar alma desde vírus, bactérias e fungos até batatas, cana de açúcar, mangueiras, toupeiras, ursos e tigres, homens de Marte, Mulheres de Vênus e outros... (6 nem têm ideia de quantos seres ele teria que cuidar todos os dias).
O que mais se faz neste planeta é "nascentes", para se transformarem em viventes, depois em morrentes e depois em fósseis e poeira.

Só conheço dois modos de ter escravos de forma "legal"
1- Contrate e pague-lhes sempre menos do que o que merecem e a lei obriga. Se puder, influencie a lei para que a lei estabeleça que o salario minimo deve ser menor e a aposentadoria aviltante... (SE um dia se quiser encontrar culpados, já se sabe que cabelos aparar)
2- Case com um ou com uma que não trabalhe, não saiba cozinhar, lavar roupa e louça, limpar a casa, e a única coisa que lhe dê seja SEXO, carinhos a todo o instante para incentivar!!!!!...
3- Contrate um emigrante ilegal. É legal...





terça-feira, 29 de novembro de 2016

FIDEL, GEDDEL E MICHEL

João Eichbaum


Fidel, o cruel. Fidel Castro foi uma contradição. Armou uma revolução contra a ditadura de Fulgêncio Batista, para instalar ditadura própria. Prostituiu-se para o comunismo, mostrou seu lado puramente animal, sanguinário, pérfido. Perseguiu aos que não pensavam como ele, mandou encarcerar, torturar e matar adversários. Provocou fugas em massa, separação de famílias, mortes no mar.

No poder, empobreceu a classe média e dividiu a pobreza em dois estratos: os miseráveis e os desclassificados. Concedeu privilégios àqueles cujos serviços eram para ele indispensáveis. Aproveitou-se da inteligência de alguns para vender a imagem de uma Cuba voltada para a saúde e para a educação. Sua canalhice sedutora, que inebriava comunistas e atraía papas, só o diabo poderá explicar.

Geddel, o infiel. Geddel Vieira, amamentado no valhacouto dos “anões do orçamento”, é uma prova de que a ressocialização não passa de balela. Absolvido por influência da família de Antônio Carlos Magalhães, continuou na política, mesmo depois do desterro de seus cúmplices. Com a sagacidade e a falta de escrúpulos, que marca os políticos da “nova república” fundada por Tancredo Neves, Geddel, com aquela barriga de suíno para abate, subiu no conceito dos aproveitadores.

Só se deu mal porque Geddel não rima com Calero. Não conseguiu desviar o Ministro da Cultura para o caminho dos aproveitadores do poder em benefício próprio. E aí conseguiu a demissão do companheiro. Mas, quando pensou que tinha se livrado do empecilho, sua má fama já estava espalhada na rede e na mídia. O povo sabia que ele estava rimando conivência com indecência.

Michel, o menestrel. Aí entrou em cena o Michel. Perseguido por mesóclises e outras prosopopeias, dizem que até poesia ele já perpetrou.  Acreditando que seu nome tinha força e rima suficiente para moralizar o imoral, manteve Geddel na sua equipe de governo. Esqueceu, porém, de uma velha lei da natureza, segundo a qual a fruta podre contamina o cesto inteiro. Coisa que até o Michelzinho sabe.

Então, fedeu, minha gente. Está escrito fedeu, mas podem ler de outro jeito. Em seguimento a tais acontecidos, entre augúrios e demais almejos de Natal e Ano Novo, agora se inclui também o impeachment do Michel. Tudo porque não  conseguiram rimar política com indecência.